Intimista. A melhor palavra para mim!
No momento, principalmente.
Eu sou aquele tipo de pessoa que pensa e fala sobre o pensar, sobre o que pensou de alguma coisa. Eu não falo das coisas, eu falo do pensar.
O óbvio me incomoda, e nada me fere mais do que ser óbvia. óh céus! E como não ser óbvia após um certo tempo de convívio?
No entando, ainda erramos. Erramos uns com os outros sempre.
E tenho certeza que para sempre erraremos. O certo demais me incomoda também. Aliás, poucas coisas nessa vida não me incomodam. Um fato um tanto compreensível, considerando-se que sou humana, e uma humana mulher. Que interessante não é mesmo?!
Me incomodo com tão pouca coisa, e ao mesmo tempo amo tanta certas simplicidades e coisas e taus.. Me perdoo assumo, existe algo que é inevitável e se chama tpm. E eu a tenho, pelo menos, umas 5 vezes no mês.
Exagero da minha parte eu sei! Mas que culpa tenho eu de ser exagerada, e amar exageradamente esse exagero do meu ser.
Penso seriamente, que deveria me tratar. Mas aí, acabaria toda a graça...
E eu sou tão contraditória, e me divirto tanto sendo assim, que seria uma pena ficar politicamente correta.
E olha, que ultimamente eu estou até me achando careta... A gente vai crescendo, sei la.
Talvez, esse seja meu desespero. Na minha ânsia de crescer e amadurecer, eu esqueci de pensar no que se passa, no fica pra trás junto com toda aquela mulecagem. E hoje, me vejo presa e agarrada a uns detalhes. Arranhando o chão do quarto de mocinha rebelde, enquanto o lado gente grande me suga para o mundo real.
Interessante! Em menos de dois minutos aqui, escrevendo para mim e mais ninguém, eu sei tudo o que tenho que saber. É hora de crescer, e assumir isso. A criança sempre existirá, mas eu preciso para me curar parar de ser muleca. Ser mulher, e não menina.
Isso dá medo! E é difícil assumir os medos... Mas pela primeira vez eu assumo que estou com medo de crescer por inteiro, e agora eu já não tenho pra onde escapar.
Agora, é a hora.
