domingo, 20 de junho de 2010

o quanto doei, e quanto cobrei.

continuo andando no escuro, sem saber se o caminho é realmente seguro.

continuo...

só.
pessoas passam, pessoas se agarram... eu não posso, eu não quero, eu não vou me prender.
eu, não.

eu já...ja me prendi.
agora percebo o quando afundei, o quanto me deixei prender.
devia ter fugido enquanto podia...devia ter corrido enquanto o tempo passava.
devia...

de olhos vendados no escuro. Abro os braços pro mundo.