sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Não escondo nem os meus defeitos.

Sorrio menina, sorrio mulher.

Fortaleza, rio sereno. Sempre em mudança, nunca as mesmas águas. Dá alívio quando se entra. Mas nunca se sabe tudo o que há no fundo.

Vento leve... Aquele vento que sopra o rosto, levanta os cabelos, disperta sorriso.
Um furacão.


Um vôo no desconhecido. Um salto no abismo.

A mão de ajuda.

O abraço fraterno.

O olho amigo. O olhar de predador.

A dança do vento, a batida do pé no chão.

O fogo na alma, a água na aura.

O fogo nos pés, a terra na mente.

O fogo nas mãos, o ar no coração.

Um sopro.

Um sopro que dou em todo coração que passo.

Um sopro de amor.

Um sopro de carinho.

Um sopro.

Força.

Eu sou um rio.

Minha correnteza é forte pra te lavar, mas leve pra não te carregar comigo.

Mas se chover, entre não. Olhe de lá e passe a mão, os dedos em minhas águas.

Se chorar na minha beira, pego tuas lágrimas pra mim. Te puxo pra dentro e as troco por um sorriso.

Eu sou o Sol.

Te aqueço. Conforto. Vida!

Uma centelha...uma centelha de vivacidade.

Mas se me ver arder, não me apague. Incendeie.

Se me ver queimar, se afaste....apenas olhe a distância.

Eu sou o Vento.

Acaricio. Danço. Te convido a dançar.

Não me desafies. Eu te desequilibro.

Não tente me segurar, eu escapo entre teus dedos...

me sinta. respire. Apenas um momento. Intenso!

Eu sou a Terra.

Força.
Chão.
Te dou firmeza, confie em mim.

Construo.

Cresço.

Posso até desabar, mas começo tudo de novo.